terça-feira, 1 de abril de 2008

Lugares para se visitar em Vancouver

Pessoal,

Escrevi no blog ou falei para algumas pessoas que conseguiria elaborar uma lista com 10 atrações "top" de Vancouver que gostaria de visitar, mas não sobrou tempo. Vou tentar elaborar a lista sem forçar a barra ou ficar consultando a internet e talvez num post futuro, busque mais informações sobre as atrações.

A maioria delas descobri através de folders e outras através de comentários de colegas que visitaram. Falando em folders, em Vancouver e no Canadá em geral podemos encontrar dezenas de folders com informações turísticas e mapas dos lugares.

Vamos à lista:

1 - Grouse Moutain - estação de esqui. Fui até a gôndola que leva ao topo mas não subi.
http://www.grousemountain.com

2 - Capilano Suspension Bridge - peguei o ônibus para conhecer a tal ponte, mas como já contei em outro post, acabei conhecendo o Capilano Park e não fui até a ponte.
www.capbridge.com/

3 - Aquarium - visitei o Aquarium por fora, porque queria conhecer o resto do Stanley Park e pensava em voltar depois no Aquarium. Não deu tempo.
http://www.vanaqua.org/home/

4 - Imax Theatre - cinema 3D. Enquanto estava em Vancouver, a atração no cinema era o show do U2. Alguns colegas foram e falaram que é nota 10. Hoje, já é outro filme em cartaz.
http://www.imax.com/vancouver/

5 - Dr. Sun Yat-Sen - Classical chinese garden
http://www.vancouverchinesegarden.com/

6 - Granville Island - na verdade não é uma ilha. No dia em que eu ia conhecer a "ilha", acompanhado de uma professora de outra turma que iria conduzir os seus alunos, o meu professor (Daryl), cuja aula iria matar, barrou e disse à professora que ela não poderia me levar.
http://en.wikipedia.org/wiki/Granville_Island
http://www.granvilleisland.com/en/node

7 - VanDusen Botanical Garden - dizem que é muito bonito.
http://www.granvilleisland.com/en/node

8 - ?

9 - ?

10 - ?

Pois é pessoal, ficou em 7, pois falei que não forçaria a barra. Deve ter mais alguma atração que não estou lembrando agora. Isso porque fiquei apenas em Vancouver. Próximo à Vancouver ainda teria:

Minter Gardens, Hell's Gate Airtram, Whistler e Victoria. Apesar de ter ido à Victoria, 1 dia foi muito pouco para conhecer tudo lá. Em Victoria poderia conhecer: Museu de cera, Butchart Gardens, Chinatown e Craigdarroch Castle.


ExpoBelta

Descobri a respeito da ExpoBelta através de outro blog. Essa feira vai ocorrer em Brasília, dia 3 de abril. Na feira vai haver estandes de agências de intercâmbio e palestras sobre estudo e viagens para o exterior. Mais informações neste link.

sábado, 22 de março de 2008

The path

Esse é o nome da galeria subterrânea de Toronto. Alguns me perguntaram e resolvi falar alguma coisa sobre o assunto.

Alguns dados sobre o "The path":

  • 27 km de túneis.
  • segundo o Guinness é o maior complexo de compras subterrâneo.
  • 371.600 metros quadrados de lojas.
  • 1200 lojas
fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/PATH_(Toronto)

Eu não gostei de andar nesse caminho. Já me perco na superfície, nessa galeria então... não fui a lugar nenhum com intenção. Nos lugares que cheguei através dessa galeria foi por acaso.

Na própria wikipedia, eles dizem:
Building owners concerned about losing consumers to neighbouring buildings insisted that the signs not dominate their buildings, or their own signage system. The city relented and the result is the current system. Many complain that the system is hard to navigate.
Resumindo, o caminho interliga prédios e os proprietários dos prédios se preocupam em perder clientes para os prédios vizinhos caso o path seja bem sinalizado. Muitos reclamam da dificultade de "navegar". Fico contente em saber que não foi apenas eu.

Mais informações em português, neste link.

Último dia em Canadá

Fui arrumar as coisas pra fazer o "check out" no hostel (albergue). O inglês que estava no quarto na noite anterior já havia partido. Na segunda noite, havia um senhor que acho que era da Austrália. Tinha que registrar saída no hostel até 11 horas. Peguei as coisas e pedi pra deixar na recepção. Cobraram 2 dolares por bagagem e deixei 2 volumes. Parti sem plano de ir a algum lugar específico. Queria comprar algumas coisas, então resolvi caminhar por uma rua (Yonge St.) na qual havia várias lojas e ao mesmo tempo fui em direção à um museu que vi no mapa.

No último dia em Toronto e no Canadá, já não estava tão frio quanto no dia anterior. A temperatura nesse dia deve ter chegado a 10º C. Passei em algumas lojas, comprei algumas coisas e cheguei no museu. Não tinha intenção nenhuma de entrar no museu, pois não havia prestado atenção no nome do museu e pra mim se tratava de um museu pequeno qualquer. Quando vi o tamanho do museu e alguma fila na porta, foi que descobri que se tratava do Museu Real de Ontário (Ontário é a província/estado onde fica Toronto). Aí começou aparecer vontade de entrar, apesar do pouco tempo que teria para explorar o museu.

Fiz alguma "hora" em volta, tirei algumas fotos, fui comer um cachorro quente de salsicha de soja (pois não havia almoçado) e decidir se entraria ou não no museu. Meu vôo estava marcado para 22:40 e queria pegar as malas pelo menos 5 horas antes, ou seja, 17:40. Contando que gastaria pelo menos 1 hora pra chegar no aeroporto, ainda sobraria 1 hora para qualquer imprevisto no trajeto, como pegar veículo errado ou ele demorar. E ainda teria as 3 horas do check-in de vôo internacional.

Por fim, resolvi entrar no museu. Havia uma exposição de dinossauros. Tinha bastante gente no museu e quando eu saí, a fila estava dobrando o quarteirão, pois estava próximo do horário que cobravam metade do valor. O museu é interessante, pena que tive que ver tudo rapidinho e acho que fiquei menos de 3 horas lá.

Após sair do museu, outra dúvida: pegar o metrô para ganhar tempo ou voltar caminhando. Acho que levei mais de hora até chegar ao museu, mas também foi porque entrei em várias lojas. Resolvi pegar o metrô, mas entrei acabei ficando meio perdido no labirinto subterrâneo chamado "The Path" e fui andando mesmo. Passei no Future Shop, que é uma loja de eletrônicos, para ler meu e-mail e ver se tinha resposta a respeito de uma encomenda. Passei também no Eaton Centre, que é um shopping já bem perto do hostel, pra mais algumas compras. As 2 horas que tinha para deslocamento até o aeroporto acabou virando 1.

Peguei as malas e fui para a estação de metrô King. Peguei 2 trens até chegar onde deveria pegar o ônibus. O sol já estava se pondo e daria belas fotos se eu tivesse tempo pra ficar lá. Fui caminhando para o lado errado e vi o ônibus que eu deveria tomar passando para encostar no ponto e quase o perco. De dentro do ônibus consegui tirar algumas fotos do pôr-do-sol, mas as janelas estavam tão sujas e era impossível conseguir um foco legal.

Cheguei ao aeroporto cerca de 3 horas antes e antes de fazer o check-in fui organizar minhas malas. Já que eu não precisaria sair mais pela rua carregando as bagagens, resolvi aliviar o peso das 2 mochilas e colacar em 2 malas pra serem despachadas. Abri as malas no meio do aeroporto mesmo e ajeitei tudo. Fui para o check-in e me informam que o vôo que era para sair 22:40, iria sair apenas 1 da manhã. Pelo menos já avisaram logo e esperei tranquilo, fazendo alguns lanches e gastando os dólares canadenses que restaram.

O vôo de volta foi tranquilo e bem menos frio que o vôo São Paulo/Toronto. Na ida, nem dormi direito de tanto frio que estava sentindo. Do meu lado não havia ninguém. Nos 4 vôos da aircanada que peguei, comecei a assistir uns 5 ou 6 filmes e acho que não terminei nenhum. Uns 2 assisti boa parte, mas não cheguei até o final. Acaba dormindo antes. Um deles é sobre Bob Dylan, que está estreiando essa semana nos cinemas de Brasília e o outro é recente também: O assassinato de Jesse James, com Brad Pitt e teve algumas cenas filmadas em Canmore, Rocky Mountais. Nem sabia desse último detalhe, mais ao ver algumas montanhas imaginei que fosse e fui pesquisar e confirmei.

terça-feira, 18 de março de 2008

O blog continua...

Pessoal,

não é porque eu já voltei do Canadá que não vou mais atualizar o blog. Pretendo contar mais algumas histórias do que vivi e contar alguma coisa sobre a volta. Cheguei em São Paulo no dia 15/03 (sábado) e no mesmo dia peguei um vôo para Brasília. Depois conto os detalhes. Por enquanto, sugiro que dêem uma olhada neste link. É um artigo do terra magazine escrito por Rafael Prada, o mesmo que mantém o blog http://vivendoemvancouver.zip.net, que acho que já indiquei aqui. Achei interessante e vale a pena dar uma olhada.

Outro link interessante: Escada de 3 quilômetros. Esse último, foi postado no site Vancouver para brasileiros, que possui dezenas de posts que consultei antes de ir para Vancouver e enquanto estava lá. Mas o site tem tanta informação, que ainda não havia lido esse. Ele fala da trilha para subir Grouse Mountain e conta com várias belas fotos do local no verão/outono.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Toronto

Hoje pela manhã estava muito frio aqui. Com certeza estava abaixo de zero e estava nevando. Sai para a CN Tower, que é um dos pontos turísticos mais famosos de Toronto e fica bem próximo de hostel. Quase desisti por causa do frio. Fiquei procurando para ver se achava alguma indicação das ruas subterrâneas que ouvi falar que tinha aqui. Não achei nenhuma indicação clara, mas resolvi entrar em um lugar onde todos estavam entrando. Era o que eu procurava e apenas bem depois, já no meio da tarde, foi que descobri que se chama "the path". O lugar parece um shopping, com várias lojas e pra quem não conhece é fácil se perder. Fui andando e acabei chegando no Hockey Hall of Fame, olhei apenas por fora. Não me interessei em pagar para entrar.

Depois de bastante tempo acabei chegando ao CN Tower. É uma torre de transmissão que também tem um ponto de observação de toda a cidade. Dizem que é o ponto de observação com mais alto do mundo (alto em relação altura e não altitude). O elevador sobe muito rápido (22 km/h), até uma base circular. Quem quiser pode pagar para ir apenas até esse ponto e quem quiser subir mais, até o chamado sky pod (equivalente a mais 30 andares) deve pagar mais. Paguei $ 29 pelo pacote completo. Fui também ao glass floor, que é um chão de vidro onde podemos ficar em cima. Dizem que em dias claros pode-se ver Niagara Falls que fica à 70 km. Mas estava nublado.

Além disso, alguns pontos turísticos vi apenas por fora, como o Skydome, que é bem ao lado da CN Tower. Passei ao lado de alguns outros e de várias igrejas com arquitetura interessante. Passei bastante tempo andando na rua (externa) e me perdendo no "the path". Acabei achando um mapa do tal, onde descobri o nome e a informação que ele é a maior galeria subterrânea do mundo (ou algo do gênero).

Após lanchar várias vezes em lojas da Tim Hurtons, que é uma rede de cafés, apenas hoje descobri que os copos podem me dar prêmios. Tinha visto sobre esse prêmios, mas não tinha a menor idéia de como era o processo, até que vi um cara abrindo a borda do seu copo. O prêmio máximo é um carro da Toyota. Já na primeira vez que tentei, ganhei outra bebida. No caso tinha pedido um chocolate quente, é o que tenho pedido sempre ultimamente, porque o café aqui não é bom e o capuccino também é bem ralo.

De noite fui andar mais e por volta de 10 pm estava menos frio do que 10 am. Os termômetros na rua marcavam 2C.

Amanhã pego o avião de volta, ou melhor, hoje porque aqui já é dia 14.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Chegada em Toronto

Fui de ônibus para o aeroporto de Vancouver. Vi quando o avião começou a manobrar na pista, mas já estava cochilando antes que ele decolasse. Foi tranquilo o vôo. A Aircanada não fornece lanches nos vôos domésticos, nada para comer. Apenas bebidas. Eles vendem comida. Pedi um sanduíche vegetariano e paguei $6. Acho bem caro, mas já cheguei a pagar $12 no hotel em Kananaskis. Estava com fome e não tinha opção.

Cheguei no aeroporto quase 6 pm. Toronto está 3 horas a frente de Vancouver, portanto foram pouco mais de 4 horas de vôo. Esperei um pouco pela bagagem e fui ao balcão de informações para saber como chegar ao hostel. A senhora foi muito educada e até anotou pra mim o ônibus e o metrô que tinha que pegar. O serviço nesse centro de informações é voluntário e acho que ele recebem apenas doações. Peguei 1 ônibus até a estação de metrô, peguei um metrô para leste e depois tive que mudar e pegar um para sul. Depois disso foi andar um pouco, o que com as malas se torna um grande esforço. Paguei $2,75. De táxi provavelmente pagaria uns $50 no mínimo. O aeroporto é distante uns 27 km do hostel.

Ontem, quando fui na homestay, o brasileiro me falou que pagou $16 de táxi para a homestay. Quando eu fui de ônibus, tive que comprar um passe de $9, porque não tinha o dinheiro trocado. Caso tivesse, teria pago $2,5.

O extensão do trem do metrô de Toronto é bem maior do que o de Vancouver. Umas 4 ou 5 vezes maior, no mínimo.

Toronto está bem mais frio. Andando pela rua, vejo gelo para todo lado. Nas calçadas, eles retiram o gelo para fazer o caminho para as pessoas passarem. Agora (23 horas) pela internet está indicando -6C. Quando estava vindo com as malas, estava apenas com um casaco básico e não senti frio. Depois, fui dar uma volta, com uma blusa a mais e tava bem frio. Mas não imaginava que estava -6C.

Estou em um hostel: hi hostel. É a primeira vez em hostel. Quando entrei no quarto, não tinha ninguém e achei que seria o único hóspede de 1 quarto com 2 beliches. Menos de 5 minutos depois chegou um cara vindo da Inglaterra e já foi se aprontar pra dormir, pois disse estar muito cansado. Estou gostando do ambiente do hostel. O quarto é que é bem pequeno. Já encontrei um brasileiro aqui e quando estava aqui no lobby usando a internet, chegou um senhor conversando em português (do Brasil) com outra pessoa.


Chegada em Vancouver

Olá pessoal,

Retornei à Vancouver no dia 11/março, por volta das 4 da tarde. Dei entrada e deixei as coisas no hotel (Kingston) e ainda fui na homestay onde estava para falar tchau e encontrei o novo aluno, que também é brasileiro e se chama Fábio. Até deu tempo de passar em um parque (na verdade, é mais uma praça) que fica bem de frente a homestay. Nunca havia passado por lá. Depois fui à um pub chamado Cambie.

Hoje, 12/março, tenho que pegar o vôo para Toronto às 10:30 da manhã. Na sexta-feira, 10:40 pm pego o vôo para São Paulo.


segunda-feira, 10 de março de 2008

Deixando Rocky Mountains

Ontem, 9/mar, a excursão deixou o hotel e fomos tomar café no restaurante chinês onde foi a janta do dia anterior. Visitamos lagos completamente congelados: Emerald Lake e Lake Louise. Andei sobre o gelo nesses lagos. No primeiro, não estava devidamente agasalhado e senti bastante frio. Já no segundo estava um pouco frio, mas fiquei mais de hora andando sobre o lago e tirando fotos do lugar, que é rodeado por montanhas. Senti falta foi de óculos escuros, que havia deixado no ônibus, pois o reflexo do sol na neve incomodava a vista.

Almoçamos na cidade de Banff, em um restaurante coreano. Meu prato estava bom, era um monte de vegetais e legumes que tinha que misturar bem com um molho picante. Fomos até alguns mirantes de Banff e depois fomos para o hotel Delta Lodge Kananaskis, que foi "sede" de um encontro do G8 em 2002. No hotel usei a academia e a piscina aquecida. Encontrei pelo menos 2 brasileiros que trabalham temporariamente no hotel, como parte de um programa de estudo/trabalho.

10/mar: acordei cedo e fui aproveitar a academia e a piscina (meia hora apenas), depois tomamos um bom café no hotel e partimos para Canmore. Visitamos o centro de informações e fomos para o que o guia chamava de "Health Nutrition Center". Maior programa de índio. Esse centro não passa de um loja, onde não vi mais que 10 produtos diferentes. O programa consistia de assistir uma palestra de uns 20 minutos segundo o guia, mas em coreano. Fiquei pouco mais de 5 minutos, não querendo fazer a falta de educação de sair, mas acabei saindo. Não fazia o menor sentido ficar lá ouvindo aquilo. Fui tirar fotos das montanhas em volta da cidade, que parece cercada por elas. Depois fomos almoçar no mesmo restaurante coreano de Banff do dia anterior, mas hoje meu prato veio frio, mas estava bom também.

Depois do almoço, tivemos cerca de 1 hora livre em Banff e depois fomos para uma gôndola, onde pagamos 27 dólares canadenses para subir, mas a visão lá de cima vale a pena. Pena que não pudemos ficar muito tempo curtindo o visual, pois o tempo que o guia nos deu foi curto. Depois, pegamos o ônibus e já iniciamos o caminho de volta para Vancouver. Andamos por 2 horas e fomos para o restaurante chinês de sempre para jantarmos. Mais 1 hora de ônibus e chegamos até o hotel por onde passamos no primeiro dia, Glacier Park Lodge, que é onde apareço na foto do post anterior sob a neve. O hotel fica próximo à Rogers Pass e quando chegamos hoje estava nevando também, mas nem deu para tirar fotos, pois logo depois parou.

sábado, 8 de março de 2008

Rocky Moutains

Olá Pessoal,

Passei um tempo sem postar, mas é que tava muito corrido aqui.

Resumindo os últimos dias:

dia 5/3 (quarta): fui ao Harbour Center e tirei várias fotos do pôr-do-sol e da cidade de noite. Após isso, fiquei até altas horas preparando para a última apresentação na escola, que valia nota.

dia 6/3 (quinta): última avaliação na escola e AuBar, onde a maioria era brasileiro e acreditem, tocou até "Ilerie" da Xuxa.

dia 7/3 (sexta): Cheguei mais ou menos meia hora atrasado para a primeira aula, que na verdade era apenas jogar "scramble" e havia apenas uma aluna. Foi o dia da cerimônia de encerramento na escola e fui ao Pub Moose Down Under (tentem imaginar o que significa). Depois do pub, fui arrumar as malas, que nem havia começado. Descobri que trouxe um monte de coisa que nem usei. Talvez entre calça e blusas, tenha usado pouco mais da metade. Fiquei até umas 2 am arrumando as coisas e tive que levantar 6 am.

dia 8/3 (sábado): levantei por volta de 6 am, pois deveria estar no centro da cidade de onde partiria o ônibus para Rock Mountains às 7:30. Nem despedi da Evelyn e do Larry, estavam dormindo. Vou tentar passar lá quando voltar, pra dizer tchau, ou pelo menos ligar. Foi um sofrimento carregar 1 mala grande, um mochila meia grande (44 L) que comprei aqui e a minha mochila preta que está estragando todos os "zipers". Todas praticamentes no limite de carga. A mala grande, está pesando quase 30 kilos e por vezes tinha que carregá-la, pois usar as rodinhas em piso irregular dá mais trabalho, pois ela tende a capotar. Passou um ônibus por mim quando estava a poucos metros do ponto e esperei uns 5 ou 10 minutos pelo próximo, já sabendo que chegaria atrasado ao local em que deveria pegar o ônibus da excursão. Cheguei uns 10 minutos atrasado e estavam apenas esperando por mim.

Sobre Rocky Moutains: o que sei até agora, é que é uma cadeia rochosa (acho que é esse o termo) , que se estende do Canadá, passando pelos Estados Unidos e chegando até uma parte do México. No Canadá é chamada de "Canadian Rockies" e os parques nacionais de Banff e Jasper estão dentro dessa região. Acho que são os 2 parques mais famosos na região de Rocky Mountains dentro do Canadá. Nos Estados Unidos, Yosemite e Yellowstone (parque onde vive o Zé Colméia) fazem parte da cadeia.

Nesse tour não vamos à Jasper, mas vamos até Banff. A estrada entre as 2 cidades, Icefields Parkway, é considerada umas das mais bonitas do mundo. Até agora, nem chegamos à Banff e estou achando a paisagem da estrada maravilhosa (não é a Icefields). Vi muito gelo pelo caminho e até tirei foto do "snowing". Estou na cidade de Gonden -BC (ver mapa) neste momento, no hotel Prestige. Se fizerem um zoom no mapa, vão ver os parques de Banff e Jasper. Aqui estamos uma hora a mais em relação à Vancouver e neste sábado está iniciando o "daylight saving time" aqui (equivalente ao nosso horário de verão), portanto, a minha diferença para o horário de Bsb cai de 5 para 3 horas.

Nessa excursão, a maioria absoluta é de japoneses ou coreanos. Tem 2 mexicanos e contando comigo 2 brasileiros. O guia, às vezes explica as coisas em inglês e coreanos e muitas vezes fica falando apenas em coreano. No pacote, estão inclusas 10 refeições. Até agora foi 1 almoço e 1 janta, que foram em restaurantes coreano ou chinês. No almoço, os latinos pedimos sanduíche em vez do prato tradicional, pra mim sem o hamburger, logicamente. No jantar, fiquei em uma mesa com vários orientais. Primeiro servirão uma coisa que cheirava ovo podre de longe. O mexicano que sentou do meu lado, disse que nem percebeu que tinha ovo. Pra mim, veio um monte de tofu com broto de feijão do qual não comi nem metade. Tinha também arroz e outros vegetais. Estava bom (quero dizer, comi numa boa), mas já estou meio enjoado desse tipo de comida, pois é praticamente a comida da minha homestay e não sou tão fã de tofu e do molho que acompanha esses vegetais. A forma como esses coreanos (e também o pessoal da minha homestay) comem é bem "unpolite". They slurp to eat. Slurp, acho que não tem sinônimo em português, mas significa comer ou beber fazendo barulho, quando , por exemplo, estamos tomando algum líquido quente.

Debaixo de neve pela primeira vez.







terça-feira, 4 de março de 2008

Cópia

Pessoal,

Colei abaixo um post retirado do endereço
http://www.blogsantista.com.br/rafael/index.php
para que vocês saibam mais sobre a cidade e sobre o time de hockey daqui.

Santos, Canucks e a nossa média de público

Amigos,

Hoje, inicio, com toda a minha pretensão, uma série que vamos chamar de "Exemplos do Canadá". A idéia é comparar, sem esbarrar no absurdo, as administrações do Santos atual com a do Vancouver Canucks, time de hockey da cidade onde moro atualmente.

A junção dos fatos (Santos, administração, Vancouver) soa descabida, mas vou fazer do mesmo jeito porque, no final das contas, não será e vocês verão. Nosso primeiro assunto será a Vila Belmiro, o GM Place (hein?) e a média de público santista, que tem beirado o ridículo nos últimos anos e com tendência de queda, como já mostrei em outro post.

A cidade de Santos, de acordo com o último levantamento feito pelo IBGE, possui 418.436 habitantes. A cidade de Vancouver, onde moro atualmente, tem 611.869 residentes, segundo o Centro de Estatísticas da Província de British Columbia. Ou seja, estamos longe de uma diferença muito grande.

Dito isso, vou direto ao ponto que quero chegar. A arena do Vancouver Canucks, GM Place, foi construída em 1995 em parceria com a General Motors do Canadá. Ao custo de CDN$ 160 milhões, também era usada pelos Grizzlies (franquia de basquete) e pela NLL (National Lacrosse League).

Casa moderníssima, possui quatro enormes telões centrais e painel eletrônico que circunda toda a parte interna do estádio. Combinados, dão suporte para os mais de 45 patrocinadores que o time possui para a atual temporada, que está quase chegando aos playoffs.

Com capacidade para 18.630 torcedores, tem o tamanho parecido com o da Vila Belmiro. Com a diferença de que conta 88 luxuosos camarotes, 12 enormes salas para receber convidados e 2.195 lugares especiais (e muito caros!)

Os Canucks, febre da cidade e time que mudou para atrair ainda mais os turistas e moradores de outras nacionalidades, nunca conquistaram sequer uma Stanley Cup. No máximo, um título da Conferência Oeste e alguns títulos da Divisão Noroeste. Não chega aos pés do Santos...

E, enfim, chegamos ao ponto. Sabem qual média de público dos últimos 206 jogos dos Canucks? Exatos 18.630 pagantes. Isso mesmo, TODOS os ingressos foram vendidos duzentas e seis vezes seguidas. O recorde foi atingido na última quarta-feira, quando, aliás, estive presente. Nem é preciso dizer que a arena também abriga shows e eventos.

O ponto que mais me "irrita" no sucesso canadense é que tudo isso foi construído em cima de marketing, não de títulos, que são essenciais, mas não são tudo na vida de um clube, como o próprio Canucks comprova.

Ah, um pequeno detalhe: os ingressos aqui não custam R$15 ou R$30. O mais barato parte de CDN$ 49,25 e pode chegar até a CDN$ 500. O que mostra, claramente, não se tratar de dinheiro o problema, mas sim da falta de incentivos e ações que atraiam o público. Mas isso é assunto para a parte dois da nossa série "Exemplos do Canadá".

Grande abraço,

Rafa Prada

Está acabando...

Pessoal, restam poucos dias de Vancouver e ainda tinha muito lugar interessante pra conhecer.

Hoje voltei da escola andando. Foi uma boa caminhada, meio cansativa principalmente porque a mochila estava um pouco pesada. Passei por lugares diferentes do que estava acostumado.

Depois de uns 15 minutos em uma ligação telefônica ouvindo "musiquinha" (é, aqui também tem isso), mudei meu vôo para Toronto. Seria no dia 8/3, foi para dia 12/3. Amanhã pretendo ir em uma agência de turismo fechar um pacote pra ir conhecer Rocky Mountains. Tem um cara que trabalha nessa agência que é brasileiro e ele me disse que a maior parte das pessoas que vão na excursão geralmente são coreanos. Justamente hoje, um professor da escola tava me contando de uma excursão para o mesmo lugar, onde só foram coreanos e inclusive o guia falava em coreano. Segundo ele foi uma experiência traumática. Mas, não tenho opção, foi a melhor forma que encontrei de ir prá lá.

A excursão sai no sábado e volta na terça, quarta pego o vôo para Toronto e sexta de noite Toronto/Sampa.

Outra coisa que existe aqui também: apesar do transporte público ser muito bom, na minha opinião, nos horários de rush ônibus e metro andam lotados. Com gente em pé até não caber mais e no ônibus o motorista pede pra espremer mais um pouco.

domingo, 2 de março de 2008

Capilano

Hoje, minha intenção era ir à Capilano Suspension Bridge. Para quem viu as fotos de uma ponte suspensa no flickr, aquela é do Lynn Park. A ponte do Capilano é bem mais extensa e mais alta. Imagina o quanto deve balançar!

Assim como ontem, tinha que pegar 3 ônibus para ir. Os 2 primeiros eram os mesmos e apenas o último diferente. Embora tivesse anotado o cruzamento em que deveria descer, pedi ao motorista do último ônibus para me avisar quando chegasse na Capilano Suspension Bridge. Daí, não sei se ele esqueceu ou se confundiu, mas eu percebi que o cruzamento havia passado e vi uma placa dizendo alguma coisa de Capilano. Até me decidir se descia ou não, já tinha passado alguns pontos até que desci uns 3 pontos acima (era um morro). Sai do ônibus e voltei onde vi a placa abaixo.


Fui seguindo a estrada e encontrei algumas trilhas. Nessa entrada não tinha mapas, como geralmente tem nos outros parques. Então fui seguindo algumas trilhas e indo em direção ao norte, quando deveria ter ido em direção ao sul para chegar na ponte suspensa. Vi o rio Capilano, passei por algumas pontes, um criadouro de salmão, vi a queda da Cleveland Dam (represa do Capilano Lake), subi por uma trilha até o próprio Capilano Lake. Onde fica uma outra entrada para o parque, a principal eu acho, e onde havia folders com mapas das trilhas. Achei tarde. Apenas quando peguei o ônibus na volta (que faz caminho diferente do outro), quando ele passou na entrada da Suspension Bridge, foi que percebi que estava bem perto de onde comecei as trilhas.

Quando sai do parque Capilano, ainda faltava algum tempo para escurecer, continuei subindo o "morro" pra ver onde dava. Cheguei até o ponto final do ônibus, que é onde se pegue o teleférico para Grouse Moutain. Fui ver a trilha para subir a pé e como eu já sabia, estava fechada.

Mas valeu a pena, porque vi lugares belíssimos também e não tive que pagar pra entrar na ponte. Ainda queria ir na ponte, mas acho que não vai dar.

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Cleveland Dam

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Vista de downtown Vancouver

Lynn Canyon Park

Ontem fui ao Lynn Canyon Park. Coloquei algumas fotos no flickr, mas algumas ainda tenho que girar 90 graus.

Ontem também foi a primeira vez de algumas coisas:
- andei no SeaBus;
- starbucks
- NightBus
- downtown de noite

Agora pretendo ir à outro Park, por isso o post vai ser curto. Tenho que aproveitar porque está acabando.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

27 de fevereiro

Pessoal, não tenho muita coisa de interessante pra contar. Essa semana não fiz nenhum passeio interessante e apenas fui para a escola. Ainda tem bastante lugar pra ir, mas ando meio cansado ou com preguiça de fazer esses programas após a aula.

Descobri que a trilha da caminhada pra subir a Grouse Moutain é fechada no inverno e reabre apenas no final da primavera. Alguns outros passeios no Canadá também não funcionam no inverno. Estava querendo ir pra Rocky Mountain, que é um lugar belíssimo, de trem, mas o passeio de trem só é possível a partir de abril. Vai ter uma excursão pra lá dia 29 agora, mas são 4 dias e eu teria que matar aula na sexta e na segunda. Queria ver se a empresa que oferece essa excursão não tem possibilidade de fazê-la no dia 7, que é quando terminaria o curso.

Vou ficar por aqui, porque amanhã tenho que participar de um debate sobre ser a favor ou contra as Olimpíadas de Inverno em Vancouver 2010. Tenho que falar contra e não preparei nada ainda.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Outro blog

Pessoal, acabei de achar mais um blog com lindas fotos de Vancouver e região:
http://milaearlei.blogspot.com/

Tem várias lindas fotos do Royal BC Museum, do Butchart Gardens em Victoria (que não fui), do Queen Elizabeth Park e outras.

Queen Elizabeth Park

Hoje quando cheguei em casa e fui acessar a internet, vi que a temperatura na cidade estava por volta de 12C. Foi a maior até hoje que vi.

Ontem fui ao Queen Elizabeth Park. O Park é muito bonito e dizem que tem os jardins públicos mais conservados do mundo. Vi alguns belos gramados verdes, mas várias áreas estavam sendo replantadas e talvez por isso ou talvez por ainda não estarmos na primavera aqui, não vi muitas flores como dizem que tem no parque.

Vi alguns bichinhos, que devem ser esquilos (não sei se tem outro nome). A maioria deles subindo em árvores e bem ariscos, quando me aproximava para tirar fotos, ele subiam mais e a foto não ficava boa. Quando estava tirando fotos do horizonte, um passou bem perto dos meus pés e consegui tirar foto. Quanto as fotos, por enquanto desisti de ficar enviando para o flickr, pois estava consumindo meu precioso tempo e são muitas fotos, tem que ficar selecionando. Quando voltar para Brasília pretendo colocá-las em algum lugar.

Uma coisa interessante no parque, é que ele fica em uma parte elevada da cidade e praticamente pra todo lado que se olha, você pode ver prédios, casas e sempre montanhas ao fundo. Entre elas Grouse Mountain, onde tem uma estação de esqui famosa aqui. Alguns colegas já foram lá tentar fazer snowboard. Não estou bem certo se quero fazer isso, por vários motivos: frio, preço (apenas para subir no bondinho são $ 40) e risco (semana passada fiquei sabendo de uma mexicana que fraturou o pé e acho que teve que passar por cirurgia). Pesquisando sobre Grouse Mountain agora, vi que tem uma trilha para se chegar lá caminhando de cerca de 1h 30 min. Se tiver animado talvez vá nessa. A "subida"da trilha é de 853m, em uma distância de 2,9 km. A altitude de Grouse Moutain 1231 m.

Outra montanha é Mount Bake e o interessante é que ela fica nos Estados Unidos, a cerca de 45 km de Vancouver (não sei a distância exata em relação ao parque). Essa é a maior que vemos em volta, com 3285 m de altitude. Também há uma estação de esqui lá e de acordo com a wikipedia é "one of the snowiest places in the world". Descobri tudo isso apenas hoje. Como no horizonte havia um pouco de névoa, essa montanha ficou quase imperceptível nas fotos.

Pessoal, um blog interessante sobre Vancouver, feito por um gaúcho. Gostei do blog do cara e sobre algumas coisas de Vancouver tenho a mesma opinião que ele.

O que ele diz sobre o Vancouver Aquarium:

Pra quem eh standard (nem estudante, nem idoso, etc), paga 19,95 $Can pra entrar no Vancouver Aquarium, eh caro! da pra comprar quase duas caixinhas c/6 long neck de cerveja (da boa), da pra comprar uns 4 potes de manteiga de amendoim tamen, que barbaridade, haha. Mas seguinte... VALE A PENA! sim.

Acho que dá para comprar até mais do que 4 potes de manteiga de amendoim de 2 k cada. Adoro isso pra passar no pão e aqui isso é muita mais barato do que no Brasil. Ultimamente nem tenho achado isso no Brasil.


domingo, 24 de fevereiro de 2008

Victoria

Ontem fomos à Victoria, que é a capital do estado de British Columbia e tem menos de 100 mil habitantes. Victoria fica em Vancouver Island (ilha Vancouver) e tivemos que fazer uma viagem de ferry boat de 1 hora e meia. O ferry boat é enorme e tem lanchonete, fliperama e uns 4 ou 5 andares, sendo 3 apenas para veiculos, incluindo nosso ônibus e carretas.

A distância Victoria-Vancouver é de uns 100 km em linha reta e de Seattle-US é uns 137. Vancouver Island já foi disputada entre Estados Unidos e Canadá. A guia nos informou que o clima de Victoria é bem mais quente do que Vancouver (pra mim estava a mesma coisa) e que por isso, a primavera lá começa mais cedo e também é o motivo de lá (na ilha) existir variado tipo de vegetação, incluindo florestas tropicais.

A cidade é muito bonita e pra variar, tinha um monte de coisa pra conhecer que acabou não dando tempo de ver tudo. Passamos rapidamente pelo Beacon Hill Park e paramos para tirar foto no maior "totem pole" do mundo feito de uma única árvore e do "mille 0". Andando de ônibus pelo parque, deu pra perceber que ele é muito bonito e com muitas flores, mas não descemos pra tirar fotos.

Depois disso fomos ao Royal BC Museum, que é fantástico. São 3 andares. No térreo tem exibições de cinema Imax da National Geographic, que são pagas à parte e não fui porque não daria tempo. No segundo andar, tem a parte de história natural, com diversos animais como um mamute, ursos, puma, reproduzidos como se fossem reais. No terceiro andar tem a "First Nations Gallery, que conta a história e mostra os artefatos dos povos que habitavam a região de British Columbia. Há também réplicas de uma cidade do final do século 19 (1890's), como um hotel, estação de trem, uma Chinatown, indústria madeireira, de pesca, mineração.
Pra quem gosta de bons museus, vale a pena. Veja mais informações na wikipedia (em inglês).

Ficamos cerca de 1 hora no museu, apenas no segundo andar, e fomos almoçar na Old Spaghetti Factory, que é um lugar muito legal também e com excelente comida. Depois, foi cada um para seu canto. Alguns foram para Chinatown. Eu voltei para o museu e passei quase o resto da tarde lá, tanta coisa interessante que tinha pra conhecer. Por volta de 4:30, sai do museu e fui tirar fotos do parlamento e do hotel "The Empress", que são do lado do museu. 5:30 teria que pegar o ônibus de volta.

Quando cheguei na minha homestay, por volta de 22 h, estava havendo uma "festinha". Era um "baby shower", que é nosso "chá de bebê". Tinha umas 20 pessoas na festa e os adultos todos eram filipinos e parentes. Antes da meia-noite já tinham ido embora e ficou um casal que mora nos Estados Unidos. Os dois dormiram na casa.

Coloquei algumas fotos de Victoria no Flickr.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Lighthouse Park


Hoje fomos ao Lighthouse Park, que fica em West Vancouver. O Park é muito bonito, pena que deu tempo de fazermos apenas algumas trilhas, pois foi um passeio de fim de tarde e há diversas trilhas dentro do parque. Trilhas no caminho de terra mesmo, mas tranquilas de se fazer. Tirei algumas fotos que já coloquei no Flickr.

Já está menos frio aqui. Hoje fiquei sem casaco no Park, mesmo estando à beira-mar e com a brisa fria na cara estava suportável. Daqui uns dias talvez até dê pra pegar uma praia. Vou tentar entrar no mar mesmo que seja pelo menos um pouquinho, apenas pra falar que já entrei no Pacífico.

Amanhã vou para Victoria com o pessoal da escola, que é uma cidade que fica umas 2 horas de Vancouver (acho que tem que pegar o barco). Tenho que estar na porta da escola às 7, portanto tenho que ir dormir.

Link para ver no google maps onde fica o park.




quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

2 erros que faltavam

2 - I am not understanding ...
3 - I want to know other countries ...

Se estiver dizendo besteira alguém me corrija, mas o 2 é errado porque "understand" é um "stative verb", ou seja, verbo que denota um estado ou condição que não está mudando. Tais verbos geralmente não podem ser usuados no "continuous" ( be + ing) . Outros exemplos:
I am detesting Vancouver (é só exemplo).
The food is tasting bad.

O 3, não é errado, mas não é usual se usar "know" neste caso. Seria melhor: I want to visit other countries.

É isso.


Dia quente

Hoje deve ter sido o dia que a temperatura foi a mais alta desde que estou aqui. Agora há pouco, 7 da noite, na internet indicava 9C. Não vi quanto tava durante o dia, mas deve ter sido mais alta. Na hora do almoço, eu diria que ficaria apenas ligeiramente desconfortável com o frio se estivesse sem casaco.

Contei a história da chinesa no ônibus ontem, para justificar o meu ponto de vista e responder para alguns que tem perguntado como está o curso. Pra começar, já estou até admitindo ser reprovado no curso. É lógico que não quero isso e vou me esforçar para não ser. Sempre tento fazer as coisas bem feitas, mas o que penso é o seguinte: o que é mais importante, ficar na homestay fazendo homework e estudando ou sair, conversar mais com as pessoas e escutar mais o inglês do dia-a-dia? Sempre quis fazer as coisas bem feitas e por isso estava me esforçando para fazer todos os deveres de casa. Mas estou deixando de fazer alguns, porque cheguei a conclusão que ficar em casa estudando por conta própria eu faço no Brasil. Tenho que aproveitar para praticar o que não tenho no Brasil, que é tentar falar, entender e ser entendido por quem não fala português.

É lógico que acho que o curso está valendo a pena. Estou aprendendo coisas novas, corrigindo erros, obtendo feedback dos professores. Apenas acho que a avaliação é muito baseada na escrita e na gramática, que sem dúvida é importante, pois não quero apenas ser entendido, mas quero aprender a falar o inglês formal e correto.

Recomendo para quem quer aprender ou melhorar o inglês.

19 de fevereiro

Ontem infelizmente não deu pra postar.

A escola organizou uma visita ao Museu da Universidade de British Columbia - UBC. British Columbia é o estado onde fica o Canadá. O museu nem é muito interessante, mas também não ficamos lá muito tempo. Quem nos conduziu foi um professor que nunca tinha ido ao museu e estava meio perdido. Também gastamos muito tempo pousando para fotos de 20 máquinas diferentes. Era pra sairmos 4 da tarde da escola e chegamos ao museu quase 6.

No museu havia praticamente apenas totens. O mais interessante foi escutar uma visita guiada. Além de praticar o "listening", foi interessante ouvir as explicações e a história por trás de cada obra do museu. Mas também não deu tempo de acompanhar até o final, porque iria até 7 horas e havíamos combinado de ir embora 6:30.

Depois, os brasileiros e um panamenho do grupo fomos a um pub que fica dentro do próprio campus da UBC e tomamos umas pincher, que é uma jarra de cerveja. Saimos do pub por volta de 9 horas e fomos pegar o ônibus. Verificamos que o ônibus no qual fomos para a UBC não estava rodando mais e tivemos que pegar outro. Entramos no primeiro que passou, sem ter certeza de onde teríamos que descer. Todos desceram e eu fui o único que fiquei, pois verifiquei no mapa que o ponto final do ônibus era exatamente perto da homestay.

Quando o pessoal desceu, uma senhora veio me perguntar que língua nós estavamos falando. Foi interessante, porque ela ficou fazendo perguntas e pude praticar meu "speaking" com alguém que fale bem inglês. Na verdade a senhora era da China, mas está há 15 anos no Canadá e o inglês dela era praticamente sem sotaque e correto.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

3 erros comuns

Tenho bastante homework para fazer e tenho que estudar, então o post de hoje será apenas 1 erro que eu sempre cometia, para que eu nunca mais o repita. Na verdade eu iria comentar 3 erros, mas pensando melhor, fiquei em dúvida sobre os outros 2 e vou checar melhor pra não escrever besteira.

Talvez a maioria já soubesse, mas eu descobri apenas hoje:
1 - Incorreto: I always do the same mistake.
Correto: I always make the same mistake.

Fotos do Stanley Park:
http://www.flickr.com/photos/9106703@N07/sets/72157603937585732/

O flickr organiza automaticamente, colocando as fotos mais recentes primeiro, não consegui alterar isso, portanto estão em ordem inversa dos acontecimentos.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Stanley Park

Roteiro aproximado da caminhada no parque.

Hoje (domingo) foi dia de ir ao Stanley Park, mais um dia de muita caminhada. O dia estava ensolarado e cheguei a pensar em ir de short, mas como havia visto que a temperatura lá fora estava 5C, vesti calça segunda pele e calça jeans. Ainda bem, porque foi o dia que senti mais frio, mesmo estando agasalhado.

Ao sair de casa, com o céu claro e sem nuvens, vi pela primeira vez as montanhas no horizonte cobertas de neve. Nos outros dias mal dava para enxergá-las. Peguei o skytrain e o busão que me levaria até o parque. No site da empresa de trânsito, você coloca o endereço de origem e destino e ele traça todo o itinerário para que você vá de ônibus/skytrain/seabus. Informa onde você tem que descer, trocar de condução, horário previsto que chegará onde. Quando possível com mais de uma opção. Nota 10.

O park é fantástico. Merece outra visita, se der tempo. Possui 9 km de perímetro e isso deve ter sido metade do que andei hoje. Veja mapa com caminho aproximado da caminhada dentro do parque. Vi o pessoal jogando rugby, que se parece com o fubebol americano. Fui até o Aquarium e não quis pagar 10 dólares pra entrar. Ficou pra próxima, porque ainda havia muita coisa a ser vista. Do lado de fora do Aquarium deu pra ver as belugas, que são baleias brancas. Uma das belugas está grávida e o filhote é esperado para julho ou agosto.

Há também uma mini fazenda com porcos, cabras, galinhas, pôneis e outrou animais. Há uma mina estrada de ferro com um trenzinho. Para a fazenda e o trenzinho o ticket era 5 dólares e são programas mais para crianças.

Após isso, foi só caminha e fotos, muitas fotos. Desisti do picasa e vou tentar usar o flickr para armazenar as fotos, pelo menos até encontrar solução melhor. O link é:
http://www.flickr.com/photos/9106703@N07/sets/72157603932932523, mas por um problema técnico ainda não adicionei as mais recentes. Assim que der o farei.

Ao final, fiquei esperando cerca de meia-hora para ver o pôr-do-sol no parque. Minhas mãos estavam congelando, porque estava praticamente na beira do mar, sem as montanhas para proteger do frio. Depois do anoitecer fui caminhar pela Robson St. no lado que não tinha andado ainda. Muitas lojas abertas, muitos restaurantes, muita gente na rua, algumas árvores enfeitadas com luzes, até parecia natal.

Caminhada pela cidade

Todos esses dias tenho caminhado bastante aqui, geralmento dentro de shoppings e lojas, mas acho que nunca andei tanto na vida inteira como ontem (sábado). Sai andando por volta de meio-dia e sem querer fui parar no Telus Science World. O ticket indica entrada às 15:13. Paguei 16 dólares com medo de me arrepender, pois alguém havia me dito que achou decepcionante. Me arrependi foi de não ter ido mais cedo, pois o local fecha 18 e faltou tempo para conhecer tudo. Lá é muito legal e tem centenas de experimentos e brinquedos, a maioria explorando conceitos de física, além de brinquedos interessantes que a criançada adora. Tem também aqueles quebra-cabeças com peças de metal que você tem que tirar e gastei boa parte do tempo brincando com isso.

Quando fechou, fui tirar fotos do lado de fora e encontro brasileiros tirando fotos também, sem falar o tanto de brasileiros que vi lá dentro. Depois, vou caminhar em direção ao BC Place Stadium, que é um estádio de futebol muito bonito por fora. Ele tem um domo que é o maior do mundo inflado a ar e vai ser palco das cerimônias de abertura e encerramento das olimpíadas de inverno de 2010, que ocorrerão em Vancouver. Aliás se fala muito nessas olimpíadas na cidade e se vendem souvenires do evento, cuja realização não agrada a todos. Aliás, também passei próximo de onde acho que está sendo construída a vila olímpica.

Próximo ao estádio há o GM Place, onde ocorrem shows e partidas de hockey no gelo. Ao ver a movimentação, lembrei que ontem era dia de jogo do Canucks, time local. Até gostaria de ir, mas o preço do ingresso é bem salgado: 40 dólares. Vi algumas limosines desfilando. Fui embora, passando pelo bairro de Chinatown, onde várias lojas tem fachadas escritas apenas em caracteres chineses.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Primeiro almoço

Hoje tive aula apenas pela manhã. Terminando a aula fui almoçar e hoje foi o primeiro dizia que comi o que se pode chamar de almoço. Fui a um lugar chamado "Salad Loop" que é um self-service de salada por $ 13 e alguma coisa o kilo. Se convertermos para reais é mais ou menos o preço que pagamos em Brasília. Aqui é muito raro de se ver um restaurante que tenha comida self-service e por kilo. Estava bom.

Voltei para a escola esperando fazer o passeio de hoje que seria ao Lyon Park, às 15 horas. Na verdade o passeio era 1 p.m. e não 15 horas. 15 era o dia. Ainda bem que não fui, estava chovendo. Mas já peguei as instruções com o Edi, um brasileiro que trabalha na ELS, de como chegar ao parque. Quero ir nesse parque e no Capilano, ambos tem aquela ponde suspensa de madeira sobre um rio. Veja imagens no site do Capilano: http://www.capbridge.com/. A ponte até parece cenário de algum filme.

De tarde fui ao Metrotown e andei até as 9 pm em lojas de roupas e eletrônicos. Vontade de comprar tudo. Muita coisa legal. Não comprei nada.

Falando em filme, muitos filmes famosos foram filmados em Vancouver, que é conhecida como "Hollywood North". Uma extensa lista pode ser conferida aqui ou uma pequena lista com os locais da filmagem, nessa última deve ser acrescentado: Efeito borboleta, Arquivo X e Eu Robo entre os mais famosos.


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Amanha tenho prova

Amanhã tenho teste na escola.

Todos os dias, logo pela manhã quando estou caminhando para pegar o Skytrain vejo alguns corvos, que fazem aquele barulho típico de filmes de terror.

Hoje fui até um restaurante indiano e ia almoçar lá. Tenho 50 minutos para almoçar, mais gasto uns 10 no trajeto até o restaurante. Chegando lá, uma garota vendo que meu inglês não era lá grande coisa pergunta de onde sou e quando digo que sou do Brasil, ela diz que então posso falar em português, porque ela também é. Se chama Júlia. Acabei não almoçando lá, porque o prato vegetariano custava $ 8,5 e levaria uns 10 min. para ficar pronto, não daria tempo. Talvez amanhã, porque na sexta-feira não há aulas no período da tarde.

Pela primeira vez não fiquei andando nas redondezas da escola pra ficar entrando nas lojas de eletrônicos, resolvi vir embora pra estudar.

Hoje de tarde, aconteceu algo há umas 3 quadras da homestay. Quando estava chegando aqui, tinha um cara algemado e uns 3 carros de polícia. Até isolaram uma grande área da calçada com aquela fita de não ultrapasse que vemos em filmes.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Primeiro dia pra valer na escola

Ontem foi o primeiro dia de aula mesmo na escola e tem bastante HomeWork, porisso não consegui postar ontem e hoje vou tentar ser breve.

Estou gostando muito da cidade. O transporte público aqui é bom, apesar de hoje o skytrain estar meio tumultuado. Não sei se porque fui um pouco mais tarde e era horário de rush ou se porque estava com problemas, porque alguns "trens" chegavam e ficavam um bom tempo parado antes de partir. Estava tão cheio que tive que esperar o terceiro, mas eles passam com um intervalo bem curto.

Bastante gente usa bicicleta como meio de locomoção. Pessoas que pela aparência fazem isso como opção e não apenas por necessidade. Aqui existem ciclovias e é possível carregar a bicicleta nos ônibus ou metrô. Imagino o frio que devem sentir com o vento gelado. Algumas pessoas andam com os vidros dos carros abertos e já vi até um maluco em um conversível aberto também.

Tirei várias fotos, porém, queria colocá-las no Picasa. Instalei o software no Ubuntu, mas ele travou o micro umas 5 vezes apenas ao tentar iniciar o programa. Tive que resetar e ainda não tive tempo de verificar isso. Se alguém tiver alguma dica!!!

Hoje parece que aconteceram algumas coisas desagradáveis aqui. Fiquei sabendo "por cima", como costumamos dizer no Brasil. Fui procurar saber mais: houve uma explosão que causou um incêndio aqui, mais informações . A rua onde ocorreu passa perto da homestay, mas o local não é muito perto. O outro fato, é que haveria ocorrido um assassinato em Burnaby, um distrito aqui perto. Um aluno que está em homestay lá disse que havia ocorrido um "murder", mas pelo que sei (mais informações), 2 pessoas levaram tiro mas não morreram. Acho que li em algum lugar que ocorreram 14 assassinatos em Vancouver em 2007 e que as autoridades já estavam preocupadas.

Foi mais longo do que pretendia.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Primeiro dia na ELS

Falando da família onde estou: o casal Evelyn e Larry são das Filipinas e moram em Vancouver há 20 anos. Apesar disso, eles falam depressa e meio enrolado, com sotaque meio indiano e às vezes tenho que pedir pra repetirem. Eles tem 2 filhos que nasceram no Canadá: Lawrence e Darwin (6 e 2 anos).

Acordei por volta de 6:30, tomei café e sai com minha pouco depois Evelyn, que ia para o trabalho e caminhou comigo até o local onde eu pegaria o Skytrain, que é um metro de superfície daqui. Desci na estação Granville e fiquei meio perdido até achar a escola ELS, que é bem perto da estação. Chegando lá, vi algumas pessoas que estavam esperando do lado de dentro do prédio, mas não haviam subido ainda para a escola. Vi que tinham cara de brasileiros, tomei coragem e fui perguntar. Acertei!! Subimos e fizemos apenas testes de nivelamento e ouvimos informações sobre a escola.

Almoçamos pizza hoje por conta da escola e saimos para um tour em volta da escola. Na hora desse tour estava bem frio, bem mais frio do que às 7 horas da manhã. Mas mesmo assim, precisei apenas de uma calça segunda pele por baixo da calça jeans, blusa segunda pele e uma blusa bem fina que esquenta pouco, mas é impermeável e protege do vento e chuva, além de às vezes usar gorro e luvas. Ainda tinha outra blusa na mochila, mas nem usei.

Depois de tirarmos fotos para documentos (merece um pequeno post à parte), fomos liberados.
Andei um pouco com um grupo de brasileiros, mas depois eles iriam pegar o skytrain para ir para o Metrotown, que é outro shopping. Queriam ir na BestBuy comprar ipod e eu resolvi andar um pouco em Downtown, que é a região onde fica a escola.

Entrei em uma Shoppers Drug Mart, que é uma rede de uma espécie de farmácia bem grande e logo na entrada uma segurança gordinha com cara de indiana me cumprimentou com um "hello". Fiquei no andar térreo olhando algumas coisas e pouco tempo depois percebi que a segurança estava desconfiando de mim. Ficou me olhando e olhando o que estava carregando: mochila nas costas, guarda-chuva e luvas e gorro no bolso.

Subi um andar para olhar preço de vitamina C e sem olhar percebo que a segurança sobe junto. Fiquei num corredor afastado e quando vejo a mulher bem me abordar. Nem me lembro ou não entendi direito o que ela falou, mas acho que foi alguma coisa como "what did you get downstairs?". Eu disse que não tinha entendido bem e sem querer criar confusão levantei os braços e disse: "you can look". Ela deu uma olhada, virou as costa e foi embora. Quando desci pra ir embora sem comprar nada, pois mesmo que estivesse de graça não levaria, ela disse: "Thank for your compreension". Foi a primeira vez na vida que fui abordado por algum segurança de loja e nem motivo havia para isso. Nem estava com blusa de frio volumosa.

Depois, voltei ao shopping Pacific Centre e chegando lá, fui entrar na Sears, que é uma mega-loja de departamentos. Lá comprei a camera digital w55, que estava por $ 150 e um cartão de memória 1G por $ 35. Total 185, mais ainda teve pouco mais de $ 22 de impostos. Sentei em um banco do shopping e foi olhar mapas e guias pra decidir pra onde iria e chegou uma senhora de meia idade perguntando se precisava de alguma informação.

Fui pra casa e por hoje é só.

Fotos do quarto. Primeiras fotos com a nova máquina.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Viagem para Vancouver

Meu primeiro post sobre a viagem à Vancouver (BC,Canadá) para fazer um curso de inglês durante 4 semanas.

Cheguei no aeroporto de Vancouver por volta de 11:45 AM, horário local (são 6 horas a menos que Brasília, no horário de verão).

Gastei umas 2 horas pra chegar na "Home Stay", de ônibus público. Até que foi relativamente fácil, apesar de alguns detalhes. Os motoristas são educados e atenciosos, mas as atendentes de lojas geralmente tem cara de indianas e não tem muita paciência. Foi assim com a que me vendeu o passe do ônibus.

Ônibus aqui não tem cobrador e nem roleta. Você vai até uma urna e deposita o valor exato da tarifa. Tem que ter trocado e no caso do meu passe de hoje (domingo), teria que pagar $ 2,50 (dolar canadense) e poderia pegar tantos quantos fossem necessários no período de 90 minutos. Como eu não tinha trocado, fui comprar o tal passe, que no caso é um "Daily Pass" e eu posso usá-lo o dia todo, mas custou $ 9. Comprei o passe na "7 eleven", no piso 1 do aeroporto.

Ainda bem que não estava chovendo forte, pois iria complicar. Estava carregando 3 volumes: 1 mochila que coloquei nas costas, 1 mala grande e 1 mala média (de bordo). Na volta, se conseguisse compactar tudo em 1 mala grande e 1 mochila, seria bem melhor, por questões de locomoção. Mas acho que será impossível.

Depois tenho que escrever sobre a passagem pela alfândega em Toronto e do começo da viagem. Agora estou com dor de cabeça e morrendo de cansaço e sono.